Quem trabalha com enchimento de embalagens sabe a importância de controlar o processo de enchimento. Encher em excesso é o mesmo que dar dinheiro aos clientes. Em operações de grande volume, as perdas podem se acumular e chegar a centenas de milhares de dólares por ano. Por outro lado, se o enchimento for insuficiente, as multas e o prejuízo à reputação podem ser ainda piores.
Ao encher embalagens, o primeiro requisito é atender a regulamentos governamentais para cumprir as declarações de conteúdo líquido em bens embalados. Resumindo, os pesos de preenchimento da unidade precisam estar acima de um mínimo especificado de acordo com a Variância Máxima Permitida (MAV). O enchimento médio precisa ser igual ou maior que a declaração na etiqueta, nunca menor.
Atualmente, muitas empresas acham que encher em excesso é a única maneira de evitar multas regulatórias e manter a fidelidade do cliente. Assim, a meta é chegar o mais próximo possível do peso declarado na embalagem sem nunca ficar abaixo dele. Isso parece bastante sensato, mas muitas empresas têm dificuldades em cumprir essa meta. Será que elas não compreendem totalmente as capacidades do processo? Ou não adotaram ferramentas e técnicas corretas, como Lean, Six Sigma ou tecnologia, para ajudar a reduzir a variação e controlar os processos? Talvez, seja apenas questão de execução. A resposta pode estar em uma parte ou em todas as opções acima.
Minimizar e controlar a variação de peso de enchimento e fazer um modelamento estatístico podem recuperar uma quantidade considerável de dinheiro para empresa. O Minitab é a solução favorita para otimizar o peso de enchimento e ajuda clientes de vários setores a reduzir milhões de dólares em excesso de enchimento.